Por Favor Faça o download do Java Virtual Machine.
HOME | CONTATO
Paraíba,
   
 

Brasíl

Política

Paraíba

João Pessoa

Esportes

Policiais

Mundo

Geral

Cidades

Economia

Tecnologia

Imóveis

Turismo

Veículos

Opinião

Faustino Vicente

Humberto Pinheiro

Kátia Pinheiro

Francisco Dinarte

Fernando Agra

Luiz Leitão

Pereira Júnior

Ciência e Saúde

Escolas têm papel importante na prevenção de DST/Aids, diz Mariângela Simão

 

Brasília - De todos os casos de aids no Brasil, 15% ou 69 mil  afetam pessoas com idades até 24 anos.

Como em geral a iniciação sexual dos jovens é entre 14 e 16 anos, as escolas têm papel importante na prevenção da aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis.

A informação foi dada pela diretora do Programa Nacional DST/Aids do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, em entrevista ao programa Repórter Nacional Manhã, da TV NBr.

Mariângela Simão citou pesquisa que indica que em primeiro lugar o jovem busca informações na família sobre sexualidade e depois, na escola.

Segundo ela, por essa razão, existe o projeto Saúde e Prevenção nas Escolas, desenvolvido pelos ministérios da Educação e da Saúde, com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e do Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa).

“Não basta o pai ou a mãe não quererem  que eles iniciem a vida sexual. Quem decide é o jovem e o que a gente procura passar no projeto Saúde e Prevenção nas Escolas é que ele faça uma opção que seja informada. Se em decidir ter uma vida sexual ativa, que faça isso de uma forma segura.  Acho que a escola tem um grande papel e por isso a importância do projeto".

Uma das ações em andamento é a distribuição de preservativos em nove mil escolas do Ensino Médio. De acordo com a coordenadora, uma pesquisa mostram que metade dos jovens alega que não usou camisinha na última relação sexual porque não tinha o preservativo e 10% porque não tinham dinheiro para comprá-lo.

"Não se trata só de botar um cesto na porta da escola e cada um chega e pega o preservativo. Não, tem que ser dentro de uma atividade educativa que se desenvolve na escola”, ela explicou, ressaltando que a distribuição de preservativos nas escolas de ensino médio tem com o apoio de 63% dos pais.

Mariângela Simão também destacou que em muitas escolas temas como saúde sexual e reprodutiva não estão mais restritos às aulas de ciências. “Hoje acho que um dos grandes ganhos que a gente tem é que em mais e mais escolas esses assuntos estão entrando como temas transversais e sendo trabalhas em outras matérias”.

Para discutir essas ações, cerca de 700 pessoas de todo o país devem participar da 2ª Mostra Nacional Saúde e Prevenção nas Escolas, que começa hoje (1º) à noite em Brasília. Até domingo (3) professores, alunos, profissionais de saúde e gestores vão trocar informações sobre experiências escolares bem-sucedidas na área de saúde e prevenção à aids e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs).

“A gente está esperando uma grande diversidade de apresentações, é uma mostra do que se está fazendo hoje, quais são as experiências bem-sucedidas e com esse tipo de trabalho a gente espera inspirar novos trabalhos
por meio da troca de experiências”, disse Mariângela Simão.


 
 

Arte e Vida

Gastronomia

Diversão

Fofoca

Criança

Sociedade

Jornal do Leitor

Ciência e Saúde

© Copyright 2004-2007 - Folha da Paraíba Ltda- Todos os direitos reservados.